A Nintendo atualizou na semana passada os firmwares do Wii e do DSi. A companhia afirma que o desempenho das plataformas foi melhorado, porém junto com a atualização algumas medidas antipirataria entraram em prática.
Rodrigo P. Ghedin
WinAjuda.com
Um dos pioneiros e mais famosos do país, o Peixe Urbano acaba de completar 1 milhão de usuários, em cinco meses de existência. Seus clientes já economizaram cerca de R$ 20 milhões com as ofertas divulgadas. Uma das grandes vantagens é o pagamento por cartão de débito ou parcelado.
Em apenas dois meses de atuação, o site bateu a marca de R$ 1,2 milhão economizado aos usuários - já são mais de 150 mil cadastrados. Ele não exige a formação de grupos com número mínimo de interessados em adquirir as ofertas do dia, basta acessar o site e adquirir imediatamente os serviços desejados pelo cartão de crédito.
Com opções de ofertas também em Brasília, Goiânia e Minas Gerais - e promessa de outras, em breve, é uma boa opção para quem não mora no Estado de SP e se sente órfão de ofertas.
Traz um bom número de cidades, incluindo Santos, no litoral paulista, mas ainda peca por não ter nenhuma cidade do Nordeste com ofertas válidas.
Outro nome famoso no ramo, é um dos mais acessados e já tem cerca de 600 mil clientes fieis. É parceiro do clube de compras Brandsclub, e anuncia promoções de créditos para serem utilizados no site. O ClickOn está disponível para os moradores das cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Vitória, Joinville e ABCD-Paulista, e promete expandir seus descontos para outras cidades, em breve.
Além do Brasil, também atua no México, Itália e Espanha, mas com pouca abrangência em todos.
Por enquanto apenas com ofertas para Recife, mas com pretensões de atender diversas capitais do Nordeste. Se o site "pegar", será um dos principais sites de compras coletivas da regiao.
Este é um site que, diferente dos outros, concentra-se em apenas uma cidade: oferece opções para a capital gaúcham, Porto Alegre, somente.
Com cerca de 30 cidades listadas, ainda não oferece o serviço a todas, mas está fazendo especial sucesso em São Paulo, com ofertas bem interessantes.
Outra modalidade de superofertas que a internet apresenta são os clubes de desconto - com funcionamento de certa forma invertido em relação aos sites de compras coletivas, que reúnem compradores até que a cota seja preenchida e, só aí, o produto ou serviço é encomendado. Os clubes de desconto, pelo contrário, funcionam mais como lojas tradicionais, em que o produto já está disponível e o cliente vai apenas "abastecendo o carrinho".
O mais famoso dos clubes de descontos é também um dos mais "acessíveis". Seus preços são bons e traz sempre marcas conhecidas. A maioria dos produtos anunciados é de roupas, sapatos e acessórios, mas também há utensílios domésticos e roupas de cama. Pena o alto custo do frete, um balde de água fria para o ímpeto consumista dos internautas.
Ambas do mesmo grupo, apresentam marcas menos populares, com joias e gadgets entre seus produtos. Já anunciaram a venda de iPods e acessórios para o Nintendo Wii e dizem ter mais de 2 milhões de usuários cadastrados e parceria com mais de 600 marcas nacionais e internacionais.
Já são tantos os sites de compras coletivas e clubes de desconto que agora existem páginas criadas especialmente para reunir todas as ofertas, evitando uma enxurrada de e-mails diários em sua caixa e economizando incontáveis minutos.
- NÁTALY DAUER
- GEEK
Até pouco tempo atrás, os televisores estavam destinados a serem varridos pela internet , mas, para satisfação dos fabricantes, é justamente a internet e o sucesso das imagens 3D que permitirão à TV continuar ocupando um lugar de destaque em nossos lares. Continuaremos assistimos TV, mas de outra forma, opinam agora os analistas. No mercado americano, já existem empresas que oferecem equipamentos para acessar a internet na televisão, o que permite assistir confortavelmente em uma tela grande aos conteúdos que a maioria das redes, como Netflix e Hulu, oferecem legalmente na rede. Nesta semana o Google entrava no mundo da nova televisão com um projeto chamado Google TV.
Segundo fontes ligadas ao projeto citadas pelo jornal The New York Times, o site de buscas se associou com a Sony e com o fabricante de chips informáticos Intel para levar a internet ao salão de nossa casa na nova geração de televisores e adaptadores. Alguns dos atuais televisores permitem o acesso à internet, mas as opções de sites disponíveis são muito limitadas.
Segundo a publicação, o Google pretende abrir sua plataforma, baseada no sistema operacional Android para celulares, a desenvolvedores de softwares de fora da empresa e fomentar a criação de aplicativos para essa nova forma de acessar a internet, algo ao que já fez com Android e o que a Apple fez com o iPhone.
Se cada vez mais gente acessar a internet através de seus televisores, o Google quer garantir que todos os seus serviços e páginas são acessíveis. "O Google quer estar em todos os lugares onde há internet para lá colocar seus anúncios", afirma uma pessoa próxima ao projeto e citada pelo diário.
A plataforma, que não foi confirmada ainda por nenhuma das empresas participantes, se basearia nos chips Atom fabricados pela Intel e incluiria a colaboração da Logitech, uma empresa especializada na fabricação de controles remotos, alguns deles com teclado. Mas, se não conseguirem que todos nós acabemos acessando Orkut, Facebook e YouTube nas telas de nossos televisores, os gigantes da indústria eletrônica têm outra importante carta na manga: o sucesso das imagens em 3D.
Custos
As televisões que transmitem imagens em três dimensões custam em torno de US$ 3 mil, requerem o uso de óculos especiais e ainda contam com poucos conteúdos em 3D. No entanto, os analistas preveem um grande sucesso para essa tecnologia. A Sony assegurou, inclusive, que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.
Todos os grandes fabricantes - Sony, Panasonic, Samsung, LG - já vendem aparelhos 3D no mercado ou planejam disponibilizá-los antes do meio do ano, para chegar a tempo da Copa do Mundo que, pela primeira vez na história, serão transmitidos também em três dimensões.
Cinema
O êxito do 3D chegou ao mercado pelas mãos do cinema a partir de filmes como "Avatar" e "Era do Gelo 3", mas se espera que o leque de conteúdos para televisão nessa tecnologia abranja no futuro muitos outros gêneros e possa se ampliar também ao mundo dos videogames. As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.
Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre o que ele denomina "fadiga do 3D", assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Segundo Banks, a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.
No entanto, conscientes do problema, alguns cineastas realizaram seus filmes levando em conta esse efeito. É o caso de "Avatar", na qual em cada cena o diretor faz com que nossa visão se fixe em apenas um objeto, evitando a fadiga, assegura Banks.
EFE
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