A Nintendo atualizou na semana passada os firmwares do Wii e do DSi. A companhia afirma que o desempenho das plataformas foi melhorado, porém junto com a atualização algumas medidas antipirataria entraram em prática.

Ambas as atualizações visam eliminar alguns homebrews (modificações não autorizadas pela Nintendo). Para o DSi, a versão 1.4.1 U do firmware visa bloquear cartões de memória Acekard 2i, Supercard DSTwo, M3i Zero, iPlayer e DSTTi, além de futuramente incluir EZ-Flash Vi, iSmart DS e Hyper R4i na lista de bloqueios.Para o Wii, a versão 4.3 do firmware remove Homebrew Channel e DVDX, também aniquilando canais com as seguintes IDs: HAXX, DVDX, JODI, DISC e DISK. Outras alterações visam acabar com outros problemas, como o HackMii e os bugs BannerBomb e trutcha. 
 Leandro Souza

Muita gente foi da empolgação à decepção com o Windows 7 Family Pack, um ano atrás, logo que a Microsoft o anunciou. Essa versão limitada trazia três licenças de upgrade da edição Home Premium do Windows 7 por um preço ridiculamente baixo, lembrando vagamente o modelo (padrão) do Office Home & Student. Tudo muito bom, exceto por um detalhe: a promoção estava limitada aos Estados Unidos. Mas ela está de volta, e também chegará ao Brasil.
Para celebrar o primeiro aniversário do Windows 7, no dia 22 de outubro, a Microsoft trará de volta o Windows 7 Family Pack não só nos Estados Unidos, mas em diversos outros países, incluindo o Brasil.
O WinAjuda apurou a informação e a confirmou junto à Microsoft Brasil. Para quem tem até três máquinas em casa e estava esperando uma promoção legal para atualizá-las, a hora é essa.
Nos EUA, o preço será o mesmo de um ano atrás, US$ 149. No Brasil e demais países contemplados dessa vez, ainda não se sabe.
A versão especial começará a ser vendida, de acordo com o blog oficial do Windows, no dia 22 de outubro, aniversário do sistema operacional.

Rodrigo P. Ghedin

WinAjuda.com

.. Foto: Divulgação

Muitas vezes deixamos de ir a algum lugar interessante por falta de "tempo" ($) ou por não conhecer e não ter certeza se o serviço é bom mesmo. Pense como seria legal se pudéssemos ir a restaurantes para experimentar seus pratos pagando menos do que o habitual, ou ainda ir a peças de teatro ou testar procedimentos estéticos para ver seus resultados, por um preço bem menor. Gostou da ideia? Então conheça os sites de compras coletivas e os clubes de desconto na web.Oferecendo produtos e serviços com até 90% de desconto em diversos estabelecimentos (famosos ou não) como restaurantes, salões, spas, cinemas e teatros, entre muitos outros, esses sites estão ganhando milhões de clientes, ávidos por poder economizar - e muito - e aproveitar lugares diferentes.
Compras coletivas
O funcionamento é simples. Uma oferta é anunciada e tem um número mínimo de compradores para ativá-la em um determinado período de tempo (geralmente 24 horas). Caso esse número não seja atingido, a promoção é cancelada e o pagamento devolvido. Por isso a denominação "compra coletiva", e a necessidade de divulgação que demanda - estimulada pela integração com redes sociais e por descontos extras (ou outros prêmios) a cada amigo que participar.
Mas raras são as ofertas canceladas. Em alguns casos, mais de mil compras de um mesmo produto são feitas, causando inclusive transtornos para os comerciantes, com clientes lotando estabelecimentos - que não trabalham com horários agendados ou reservas, derrubando linhas telefônicas, entre outros problemas. Os ganhos, porém, compensam. Usando a internet, mobiliza-se o consumidor para conhecer fisicamente o estabelecimento. Com alguma diminuição calculada da margem de lucro, é possível trazer um público enorme - por um preço baixo de divulgação, se comparado com as propagandas tradicionais - que pode se tornar fiel, caso tenha boas experiências.
Na maioria das vezes é o que acontece, já que se paga muito abaixo do normal para desfrutar serviços interessantes. Por outro lado, também é possível se decepcionar ao gastar mais do que o esperado quando se ultrapassa os limites das promoções, ou ao descobrir que o salão ou restaurante nem era lá grande coisa. Mas o objetivo é experimentar, então mesmo as experiências ruins podem ser edificantes.
As compras são feitas geralmente por cartão de crédito, mas alguns sites oferecem a possibilidade de débito em conta e a utilização de serviços online para pagamento. Após a compra ser aprovada, é enviado um cupom por e-mail com um código para ser utilizado na hora de aproveitar o desconto nos estabelecimentos - com validade variando entre três e seis meses.
Esse modelo de comércio eletrônico, que virou febre no mundo todo, inegavelmente seduziu uma grande massa de consumidores brasileiros. Espera-se que, até o final deste ano, o segmento chegue oito milhões de usuários. Seu faturamento também está crescendo: em junho, foi de R$ 1 milhão; em julho, R$ 4 milhões e R$ 6 milhões em agosto. Para 2011, a previsão é de um ganho de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões. Nos EUA, os sites de descontos movimentaram US$ 250 milhões em 2009.
Para conhecer as ofertas diárias que os sites de compras coletivas oferecem, preparamos uma lista com serviços brasileiros já em operação:
Peixe Urbano - www.peixeurbano.com.br
Um dos pioneiros e mais famosos do país, o Peixe Urbano acaba de completar 1 milhão de usuários, em cinco meses de existência. Seus clientes já economizaram cerca de R$ 20 milhões com as ofertas divulgadas. Uma das grandes vantagens é o pagamento por cartão de débito ou parcelado.
Oferta Única - www.ofertaunica.com.br
Em apenas dois meses de atuação, o site bateu a marca de R$ 1,2 milhão economizado aos usuários - já são mais de 150 mil cadastrados. Ele não exige a formação de grupos com número mínimo de interessados em adquirir as ofertas do dia, basta acessar o site e adquirir imediatamente os serviços desejados pelo cartão de crédito.
CityBest - www.citybest.com.br
Com opções de ofertas também em Brasília, Goiânia e Minas Gerais - e promessa de outras, em breve, é uma boa opção para quem não mora no Estado de SP e se sente órfão de ofertas.
Imperdível - www.imperdivel.com.br
Traz um bom número de cidades, incluindo Santos, no litoral paulista, mas ainda peca por não ter nenhuma cidade do Nordeste com ofertas válidas.
ClickOn - /www.clickon.com.br
Outro nome famoso no ramo, é um dos mais acessados e já tem cerca de 600 mil clientes fieis. É parceiro do clube de compras Brandsclub, e anuncia promoções de créditos para serem utilizados no site. O ClickOn está disponível para os moradores das cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Vitória, Joinville e ABCD-Paulista, e promete expandir seus descontos para outras cidades, em breve.
Groupalia - www.groupalia.com.br
Além do Brasil, também atua no México, Itália e Espanha, mas com pouca abrangência em todos.
Regateio - www.regateio.com.br
Por enquanto apenas com ofertas para Recife, mas com pretensões de atender diversas capitais do Nordeste. Se o site "pegar", será um dos principais sites de compras coletivas da regiao.
Comprado - www.comprado.com.br
Este é um site que, diferente dos outros, concentra-se em apenas uma cidade: oferece opções para a capital gaúcham, Porto Alegre, somente.
Clube Urbano - www.clubeurbano.com.br
Com cerca de 30 cidades listadas, ainda não oferece o serviço a todas, mas está fazendo especial sucesso em São Paulo, com ofertas bem interessantes.
Outros sites de compras coletivas para acompanhar são o ClickCupom (www.clickcupom.com.br), Coletivar(www.coletivar.com.br), OfertaDia (www.ofertadia.com.br), SuperOFF (www.superoff.com.br), Click Club(www.clickclub.com.br), Grup Ofertas (www.grupofertas.com.br), Oferta X (www.ofertax.com.br), WeGo(www.wego.com.br), Clube do Desconto (www.clubedodesconto.com.br), Agrupe (www.agrupe.com.br) e oVcVai (www.vcvai.com/cupom/), que ainda está em fase de crescimento.
Clubes de desconto
Outra modalidade de superofertas que a internet apresenta são os clubes de desconto - com funcionamento de certa forma invertido em relação aos sites de compras coletivas, que reúnem compradores até que a cota seja preenchida e, só aí, o produto ou serviço é encomendado. Os clubes de desconto, pelo contrário, funcionam mais como lojas tradicionais, em que o produto já está disponível e o cliente vai apenas "abastecendo o carrinho".
Reunindo produtos - principalmente roupas e acessórios, mas às vezes trazendo eletrodomésticos e gadgets como iPods e o Nintendo Wii - de marcas famosas com preços bem abaixo do mercado, as empresas atraem consumidores que desejam os objetos de grife, mas nem sempre têm condições de comprá-los em condições normais. Ou que são fãs de promoções, mesmo.
Um dos truques para conseguir baixo preço é oferecer aos clientes produtos de marca que ainda são novos mais já estão fora de linha. Esses produtos são arrematados em grandes quantidades dos fabricantes ou seus distribuidores, que estão interessados em limpar as prateleiras para oferecer os modelos da estação. Nem todos os produtos oferecidos pelos clubes de desconto são de modelos fora de linha, entretanto.
Estes sites são como "outlets" virtuais, e trabalham como os e-shops convencionais: escolhe-se o produto desejado (que pode esgotar rapidamente, em alguns casos) que é colocado no carrinho de compras, pagando com cartão de crédito. São diversas marcas simultaneamente, com tempo de permanência determinado no site (ao seu término, entra uma nova marca). Os clubes enviam produtos para todo o país, sem restrição - porém com fretes às vezes um tanto salgados.
Os clubes de desconto também oferecem a possibilidade de "apadrinhar" amigos, recebendo bônus a cada compra que estes realizarem.
Os cinco clubes brasileiros mais conhecidos
Privalia - www.privalia.com.br
O mais famoso dos clubes de descontos é também um dos mais "acessíveis". Seus preços são bons e traz sempre marcas conhecidas. A maioria dos produtos anunciados é de roupas, sapatos e acessórios, mas também há utensílios domésticos e roupas de cama. Pena o alto custo do frete, um balde de água fria para o ímpeto consumista dos internautas.
Brandsclub - www.brandsclub.com.br - e BCBlue - www.bcblue.com.br
Ambas do mesmo grupo, apresentam marcas menos populares, com joias e gadgets entre seus produtos. Já anunciaram a venda de iPods e acessórios para o Nintendo Wii e dizem ter mais de 2 milhões de usuários cadastrados e parceria com mais de 600 marcas nacionais e internacionais.
Valem ser conferidos também o Superexclusivo(www.superexclusivo.com.br/) e o Coquelux(www.coquelux.com.br), bastante semelhantes nos produtos e funcionamento.
Agregadores
Já são tantos os sites de compras coletivas e clubes de desconto que agora existem páginas criadas especialmente para reunir todas as ofertas, evitando uma enxurrada de e-mails diários em sua caixa e economizando incontáveis minutos.
São elas a ValeJunto (www.valejunto.com.br), apenas para as compras em grupo e a Zipme(www.zipme.com.br), para ambos os serviços.
Escolheu seus sites preferidos e fez o cadastro? Boa sorte! Mas lembre-se de diminuir o limite do cartão de crédito, para não correr riscos. O dedo coça...

Até pouco tempo atrás, os televisores estavam destinados a serem varridos pela internet , mas, para satisfação dos fabricantes, é justamente a internet e o sucesso das imagens 3D que permitirão à TV continuar ocupando um lugar de destaque em nossos lares. Continuaremos assistimos TV, mas de outra forma, opinam agora os analistas. No mercado americano, já existem empresas que oferecem equipamentos para acessar a internet na televisão, o que permite assistir confortavelmente em uma tela grande aos conteúdos que a maioria das redes, como Netflix e Hulu, oferecem legalmente na rede. Nesta semana o Google entrava no mundo da nova televisão com um projeto chamado Google TV.


Segundo fontes ligadas ao projeto citadas pelo jornal The New York Times, o site de buscas se associou com a Sony e com o fabricante de chips informáticos Intel para levar a internet ao salão de nossa casa na nova geração de televisores e adaptadores. Alguns dos atuais televisores permitem o acesso à internet, mas as opções de sites disponíveis são muito limitadas.

Segundo a publicação, o Google pretende abrir sua plataforma, baseada no sistema operacional Android para celulares, a desenvolvedores de softwares de fora da empresa e fomentar a criação de aplicativos para essa nova forma de acessar a internet, algo ao que já fez com Android e o que a Apple fez com o iPhone.

Se cada vez mais gente acessar a internet através de seus televisores, o Google quer garantir que todos os seus serviços e páginas são acessíveis. "O Google quer estar em todos os lugares onde há internet para lá colocar seus anúncios", afirma uma pessoa próxima ao projeto e citada pelo diário.

A plataforma, que não foi confirmada ainda por nenhuma das empresas participantes, se basearia nos chips Atom fabricados pela Intel e incluiria a colaboração da Logitech, uma empresa especializada na fabricação de controles remotos, alguns deles com teclado. Mas, se não conseguirem que todos nós acabemos acessando Orkut, Facebook e YouTube nas telas de nossos televisores, os gigantes da indústria eletrônica têm outra importante carta na manga: o sucesso das imagens em 3D.

Custos

As televisões que transmitem imagens em três dimensões custam em torno de US$ 3 mil, requerem o uso de óculos especiais e ainda contam com poucos conteúdos em 3D. No entanto, os analistas preveem um grande sucesso para essa tecnologia. A Sony assegurou, inclusive, que metade dos televisores vendidos dentro de três anos serão 3D.

Todos os grandes fabricantes - Sony, Panasonic, Samsung, LG - já vendem aparelhos 3D no mercado ou planejam disponibilizá-los antes do meio do ano, para chegar a tempo da Copa do Mundo que, pela primeira vez na história, serão transmitidos também em três dimensões.

Cinema

O êxito do 3D chegou ao mercado pelas mãos do cinema a partir de filmes como "Avatar" e "Era do Gelo 3", mas se espera que o leque de conteúdos para televisão nessa tecnologia abranja no futuro muitos outros gêneros e possa se ampliar também ao mundo dos videogames. As televisões, portanto, devem transmitir programações em 3D em um futuro não muito distante, mas alguns analistas não descartam que a tecnologia possa ser prejudicial para a visão.

Martin Banks, professor de Oftalmologia da Universidade de Berkeley (Califórnia, EUA), publicou recentemente um estudo sobre o que ele denomina "fadiga do 3D", assegurando que, em muitas ocasiões, ver conteúdos em três dimensões pode provocar dores de cabeça, visão confusa e cansaço. Segundo Banks, a tecnologia 3D viola as normas de percepção às quais nossos olhos e nosso cérebro estão acostumados e nos obriga a fixar nossa visão simultaneamente nas imagens do fundo e nas mais próximas, o que provoca fadiga visual.

No entanto, conscientes do problema, alguns cineastas realizaram seus filmes levando em conta esse efeito. É o caso de "Avatar", na qual em cada cena o diretor faz com que nossa visão se fixe em apenas um objeto, evitando a fadiga, assegura Banks.

EFE

Eric Schmidt, executivo-chefe do Google, declarou recentemente que o desenvolvimento do Google Chrome OS está planejado para ser o principal tema tecnológico no segundo semestre do corrente ano, quando deverá ser liberada uma versão oficial para usuários finais. Will Drewry, engenheiro de segurança do Google, afirmou em sua palestra na RSA Conference 2010, que sua empresa planeja lançar uma versão empresarial do Google Chrome para 2011, que incluirá componentes administrativos que permitem facilitar a sua implantação ou instalação em larga escala. Drewry detalhou alguns aspectos de segurança que serão colocados em prática com o Chrome OS:
* Todos os produtos do Google para netbooks virão com TPM (Trusted Platform Module) instalado para oferecer segurança em armazenamento e autenticação, entre outros.
* Serão incluídas opções de atualização automática e uma "caixa de areia" para reduzir a exposição à malwares. A navegação segura advertirá sobre sites que contêm malware.
* Haverá um ¿modo de desenvolvedor". Este modo fará com que se percam algumas funcionalidades de segurança, mas servirá para testar o código e implementar novas idéias.
Os usuários só precisam esperar uns poucos meses para saber se o Google Chrome OS será ou não um sistema operacional para trabalhar "na nuvem" capaz de concorrer com o Windows Azure e o Jolicloud.
Redação Terra